sexta-feira, 11 de maio de 2007

O dia..

Em meio a bexigas e balões, escritas em corações, estava uma lágrima sincera, dessas de saudade, saudade da família por um instante reunida, não em corpo mais em sentimento, sentimento único que os nutre....


O progresso do relógio, a mudança da data, o alinhamento dos ponteiros ao topo, começa assim 11 de maio de 2006, o dia mais feliz de minha curta vida.


Quem compreende um coração que ama, sabe que não há limites, sou de planos arquitectónicos, minuciosamente detalhados, premeditados caprichosamente, à busca de um sorriso singelo e involuntário; inconsciente.


Em um dia de extrema felicidade, com feitos e festas, sorrisos e lágrimas, flores e mais flores, sentia-me no clímax do sonho, do desejo da rotina, fazendo um sorriso reinar, desses lindo por si só, saíra como planejado tempos e tempos antes, como quisto por mim,simples porém célebre, coisa pequena, como as da vida, como as da minha vida, que hoje se perdera.


Perdera, agora?


O guri cai, desaba, chora, também, pudera!...


O guri levanta, sem medo, segue, encara, as batalhas, tudo e todos.


Segue assim até que chegue o fim, mesmo machucado, levando mais em frente, enfrente.

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